Felca — o youtuber voltou a publicar conteúdo na madrugada de 20/10 com um relato que mistura memória, saúde mental e planos públicos de recuperação; a mensagem expõe como agressões na infância podem reverberar na vida adulta e mudar rumos profissionais e pessoais.
Relato: agressões na escola e efeitos duradouros
No vídeo, Felca recorda episódios de humilhação e violência que começaram aos 12 anos, incluindo um ataque em que cinco colegas o agrediram no banheiro da escola. Esses eventos, segundo ele, deixaram marcas que dificultaram interações sociais ao longo da adolescência e da vida adulta.
Jude Bellingham teria beijado todas as modelos em festa de Vini Jr.
Leia a matéria completa →
Pix: comprovante falso — confirme no extrato antes de liberar
Leia a matéria completa →
Sílvia Cunha Lima terá nova eleição após cassação mantida pelo TRE-PB
Leia a matéria completa →
Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Diferente da timidez, o transtorno que ele descreve envolve ansiedade intensa antes, durante e depois de situações sociais, o que pode comprometer estudos, trabalho e relações pessoais.
“Eu não quero partir sem contar minha história”
Consequências, enfrentamento e planos públicos
Felca relatou que, na vida adulta, passou a recorrer ao álcool para lidar com gravações e eventos; em um episódio, desmaiou após beber e quebrou duas costelas. Ele também revelou ter pensado em tirar a própria vida, apontando a gravidade do quadro.
No vídeo, o youtuber anunciou um desafio de três meses para enfrentar a timidez e a fobia social, com metas como sair mais de casa, aceitar convites e, no futuro, ministrar palestras sobre bullying e seus efeitos na infância e adolescência.
No contexto clínico, o Transtorno de Ansiedade Social (fobia social) costuma surgir na adolescência e está associado a comorbidades; a Associação Brasileira de Psiquiatria cita ligação frequente com depressão, transtorno de ansiedade generalizada e transtorno do pânico.
Felca também acumulou relevância pública nos últimos anos: tem mais de 16,9 milhões de seguidores e ganhou destaque em agosto de 2025 ao levar ao debate a questão da adultização de crianças e adolescentes nas redes. A repercussão contribuiu para o avanço de medidas legais de proteção digital.
Em março de 2026 entrou em vigor o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, Lei nº 15.211/2025, apelidada de Lei Felca, criada para ampliar a proteção de menores no ambiente digital após forte debate público.
Foto: Divulgação
Imagem: Divulgação
O relato do youtuber traz à tona intercorrências reais provocadas pelo bullying e mostra a opção de transformar história pessoal em ação pública, com o objetivo de alertar famílias e instituições sobre riscos e prevenção.
Para acessar mais conteúdos da mesma editoria e acompanhar atualizações sobre cultura digital e celebridades, acesse nossa editoria.
O que você acha? Você já passou por algo parecido ou conhece alguém que viveu isso? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
O que Felca contou sobre o bullying que sofreu na infância?
Felca descreveu no vídeo que o bullying começou aos 12 anos, com xingamentos, humilhações e agressões físicas; em um dos episódios, cinco colegas o espancaram no banheiro. O relato conecta essas ocorrências a dificuldades sociais na adolescência e consequências que perduraram até a vida adulta.
Como a fobia social se manifestou na vida adulta de Felca?
A fobia social de Felca, segundo o próprio relato, se manifestou por meio de ansiedade intensa em eventos públicos, uso de álcool para enfrentar gravações e desmaio que resultou em duas costelas quebradas; ele também revelou ter pensado em tirar a própria vida, evidenciando gravidade clínica.
Quais planos Felca anunciou para enfrentar a fobia social?
Felca anunciou um desafio de três meses com metas práticas, como sair mais de casa e aceitar convites, além da intenção de ministrar palestras sobre bullying. O compromisso público busca transformar a experiência pessoal em prevenção e debate sobre efeitos das agressões na infância.
Dimitri Lares