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Giulia Gam suspende remédios e descreve “renascimento” após reavaliação

Resumo

Giulia Gam, 59 anos, relatou que passou por período de medicação excessiva durante tratamento para ansiedade e decidiu suspender os remédios após nova avaliação médica. A retirada das drogas começou em novembro de 2025, depois de consultas com endocrinologista e uma segunda psiquiatra que não identificou doenças psiquiátricas. A atriz afirma que hoje orienta-se pelo corpo e fala em “renascimento”.

Giulia Gam suspende remédios e descreve “renascimento” após reavaliação
Foto: Divulgação
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Giulia Gam — a atriz de 59 anos revelou que viveu fase em que estava excessivamente medicada para controlar a ansiedade e que, por isso, perdeu a capacidade de sentir e decidir com clareza. Após reavaliações médicas, ela iniciou a suspensão dos psiquiátricos em novembro de 2025 e descreve a nova etapa como um “renascimento” guiado pelo corpo.

Quando a medicação passou do limite

A trajetória de Giulia Gam incluiu um período em que diversos reguladores de humor foram combinados no tratamento. Esse conjunto de medicações a deixou sem identificação clara de sentimentos, segundo seu relato.

Ela contou que, enquanto tomava várias substâncias, sentia-se “dopada” e sem controle sobre as próprias reações. O impacto foi suficiente para procurar uma revisão completa do acompanhamento clínico.

Em episódios públicos anteriores, a atriz ganhou destaque por personagens intensos em novelas, o que exigiu rotinas de trabalho emocionalmente pesadas e acompanhamentos médicos pontuais.

“Um [regulador de humor] cai, outro levanta e vai criando um ‘Drankestein’. Não sabe mais o que é seu e o que não é. E você não decide mais nada porque não sente mais nada.”

Retirada, acompanhamento e cuidados

Para reavaliar o tratamento, Giulia Gam procurou uma endocrinologista e uma nova psiquiatra. Com a segunda avaliação, não foi identificado diagnóstico de doença psiquiátrica, e ela pediu a suspensão dos remédios.

A retirada dos medicamentos teve início em novembro de 2025 e foi acompanhada por mudança de rotina: a atriz relata que passou a usar o corpo como referência e a priorizar movimentos que a ajudaram na readaptação física e emocional.

Giulia também ressaltou que medicamentos psiquiátricos têm papel em diagnósticos específicos e em crises agudas, mas que o tratamento deve ser sempre acompanhado por profissionais qualificados. Em sua trajetória, a busca por profissionais distintos foi decisiva para a nova condução terapêutica.

Foto: Divulgação

Vale lembrar que a atriz ficou conhecida por trabalhos na televisão, incluindo a novela Mulheres Apaixonadas, da Globo, e que sua experiência reforça a discussão sobre supervisão médica em tratamentos prolongados.

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Perguntas Frequentes

O que exatamente Giulia Gam contou sobre o uso excessivo de remédios?

Giulia Gam relatou que foi excessivamente medicada no tratamento da ansiedade e que, sob múltiplas substâncias, não conseguia identificar sentimentos, chegando a sentir-se “dopada”. O relato inclui a descrição de uma combinação de reguladores de humor que a deixava sem noção do que era próprio, situação exposta em um videocast.

Quando Giulia Gam começou a retirar a medicação e como foi o processo?

A atriz Giulia Gam iniciou a retirada dos medicamentos em novembro de 2025, após reavaliação por uma nova psiquiatra e por uma endocrinologista. O processo foi conduzido com acompanhamento médico e acompanhado por mudanças de rotina, incluindo práticas corporais que ela descreve como centrais para o “renascimento”.

Que profissionais atenderam Giulia Gam e qual foi o diagnóstico final?

No acompanhamento citado por Giulia Gam, estiveram envolvidos uma endocrinologista e uma segunda psiquiatra; essa nova avaliação não apontou doenças psiquiátricas. Com esse cenário, ela solicitou a suspensão dos remédios e passou a priorizar intervenções corporais e supervisão médica continuada.

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POR Mariana Costa
Mariana Costa

Atualidades e plantão | Mariana Costa apura e mantém em dia as pautas de atualidades e entretenimento, acompanhando os fatos em tempo real para entregar contexto e precisão.

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