Giulia Gam — a atriz de 59 anos revelou que viveu fase em que estava excessivamente medicada para controlar a ansiedade e que, por isso, perdeu a capacidade de sentir e decidir com clareza. Após reavaliações médicas, ela iniciou a suspensão dos psiquiátricos em novembro de 2025 e descreve a nova etapa como um “renascimento” guiado pelo corpo.
Quando a medicação passou do limite
A trajetória de Giulia Gam incluiu um período em que diversos reguladores de humor foram combinados no tratamento. Esse conjunto de medicações a deixou sem identificação clara de sentimentos, segundo seu relato.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Ela contou que, enquanto tomava várias substâncias, sentia-se “dopada” e sem controle sobre as próprias reações. O impacto foi suficiente para procurar uma revisão completa do acompanhamento clínico.
Em episódios públicos anteriores, a atriz ganhou destaque por personagens intensos em novelas, o que exigiu rotinas de trabalho emocionalmente pesadas e acompanhamentos médicos pontuais.
“Um [regulador de humor] cai, outro levanta e vai criando um ‘Drankestein’. Não sabe mais o que é seu e o que não é. E você não decide mais nada porque não sente mais nada.”
Retirada, acompanhamento e cuidados
Para reavaliar o tratamento, Giulia Gam procurou uma endocrinologista e uma nova psiquiatra. Com a segunda avaliação, não foi identificado diagnóstico de doença psiquiátrica, e ela pediu a suspensão dos remédios.
A retirada dos medicamentos teve início em novembro de 2025 e foi acompanhada por mudança de rotina: a atriz relata que passou a usar o corpo como referência e a priorizar movimentos que a ajudaram na readaptação física e emocional.
Giulia também ressaltou que medicamentos psiquiátricos têm papel em diagnósticos específicos e em crises agudas, mas que o tratamento deve ser sempre acompanhado por profissionais qualificados. Em sua trajetória, a busca por profissionais distintos foi decisiva para a nova condução terapêutica.
Foto: Divulgação
Vale lembrar que a atriz ficou conhecida por trabalhos na televisão, incluindo a novela Mulheres Apaixonadas, da Globo, e que sua experiência reforça a discussão sobre supervisão médica em tratamentos prolongados.
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Perguntas Frequentes
O que exatamente Giulia Gam contou sobre o uso excessivo de remédios?
Giulia Gam relatou que foi excessivamente medicada no tratamento da ansiedade e que, sob múltiplas substâncias, não conseguia identificar sentimentos, chegando a sentir-se “dopada”. O relato inclui a descrição de uma combinação de reguladores de humor que a deixava sem noção do que era próprio, situação exposta em um videocast.
Quando Giulia Gam começou a retirar a medicação e como foi o processo?
A atriz Giulia Gam iniciou a retirada dos medicamentos em novembro de 2025, após reavaliação por uma nova psiquiatra e por uma endocrinologista. O processo foi conduzido com acompanhamento médico e acompanhado por mudanças de rotina, incluindo práticas corporais que ela descreve como centrais para o “renascimento”.
Que profissionais atenderam Giulia Gam e qual foi o diagnóstico final?
No acompanhamento citado por Giulia Gam, estiveram envolvidos uma endocrinologista e uma segunda psiquiatra; essa nova avaliação não apontou doenças psiquiátricas. Com esse cenário, ela solicitou a suspensão dos remédios e passou a priorizar intervenções corporais e supervisão médica continuada.
Mariana Costa