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Malévola Alves: amiga relata falta de água e comida na prisão

Resumo

Malévola Alves e Bruna Mercatelli foram detidas no Egito após gravarem vídeos em catacumbas de Alexandria; a amiga relatou que ambas passaram a madrugada sem água nem comida, sofreram interrogatório sobre identidade de gênero e foram levadas em um camburão fechado por três a quatro horas até o aeroporto, antes do retorno ao Brasil.

Malévola Alves: amiga relata falta de água e comida na prisão
Foto: Divulgação
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Malévola Alves — a influenciadora e a amiga que a acompanhava enfrentaram uma detenção no Egito que, segundo relatos, incluiu privação de necessidades básicas, interrogatórios íntimos e um traslado longo até o aeroporto, com impacto direto na segurança e no bem-estar das brasileiras envolvidas.

Relato de privação, interrogatório e transporte

O episódio começou durante uma visita a catacumbas em Alexandria, quando houve pedido para apagar gravações feitas pela visitante. A situação escalou e, conforme o relato, agentes policiais cercaram a van em que o grupo estava.

Na delegacia, as duas permaneceram retidas por várias horas; os celulares foram recolhidos e as digitais registradas. Em seguida, foram levadas a uma penitenciária e passaram parte da madrugada sem receber água ou comida.

“Eu não consegui fazer xixi no banheiro, não deram comida para a gente, não deram água. Quando eu pedi para ir ao banheiro, o policial — um tirão — me levou lá dentro, perto das celas das presas, sabe? Me levou em um banheiro podre. Não aceitei ir.”

Consequências legais, fiança e retorno ao Brasil

As acusações registradas pelas autoridades incluíram atos obscenos em público, violação dos valores familiares e assédio a transeuntes. A legislação local prevê pena de dois a quatro anos de prisão, multa de 100 mil a 200 mil libras egípcias ou ambas as sanções.

Após pagamento de fiança equivalente a cerca de R$ 10 mil, as brasileiras foram liberadas e houve previsão de retorno ao Brasil na noite seguinte, com desembarque estimado por volta das 22h30. Durante o processo, foram feitas exigências como fotografar o passaporte e assinar termos de compromisso.

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Perguntas Frequentes

O que Malévola Alves e Bruna Mercatelli relataram sobre as condições da prisão no Egito?

Malévola Alves e Bruna Mercatelli relataram que passaram parte da madrugada em uma penitenciária sem receber água nem comida; segundo o relato, só receberam frutas depois de chorarem e reclamarem. Houve também relato de interrogatório sobre identidade de gênero e recolhimento de celulares na delegacia.

Quando ocorreram as prisões e quais acusações foram registradas contra Malévola Alves?

Malévola Alves foi detida em 20/10 no Egito, durante gravações em catacumbas em Alexandria; as acusações citadas incluem atos obscenos em público, violação dos valores familiares e assédio a transeuntes. As brasileiras foram liberadas em 21/10 mediante pagamento de fiança de cerca de R$ 10 mil.

Como foi o transporte das detidas até o aeroporto e qual foi a previsão de retorno ao Brasil?

O transporte envolvendo Malévola Alves incluiu um trajeto em camburão fechado, sem ventilação, estimado entre três e quatro horas até o aeroporto; ao chegar, houve espera em uma sala especial antes do embarque. Havia previsão de desembarque no Brasil por volta das 22h30 na noite posterior à liberação.

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POR Guilherme Emanuel
Guilherme Emanuel

Cofundador do Repórter Delmiro | Guilherme Emanuel é cofundador do Repórter Delmiro e atua com SEO e mídia digital. Ajuda a definir a estratégia de conteúdo do portal, unindo jornalismo e alcance para levar a informação da Paraíba a cada vez mais leitores.

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