Tempestade geomagnética — a previsão que envolve os dias 6 a 8 de novembro chega com impacto sobretudo tecnológico: a projeção concentra-se em nível G1 (fraco), com chance de episódios G2 (moderado), o que exige atenção de operadores de satélite, serviços de navegação e usuários que dependem de posicionamento preciso.
O que muda para equipamentos e serviços
A projeção da NOAA privilegia um cenário de efeitos localizados, não de pane em larga escala. Em G1, os problemas tendem a ser pequenas oscilações em redes elétricas e interferências pontuais em satélites e sinais de rádio.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Dispositivos móveis que usam infraestrutura terrestre — antenas e estações — não devem sofrer queda automática de serviço. O maior risco recai sobre sistemas que dependem diretamente de sinais vindos do espaço, como GPS de alta precisão e comunicações por HF.
A previsão indica níveis majoritariamente G1, com possibilidade de alcançar índice Kp 5 em momentos isolados durante o fim de semana.
Origem do episódio e indicações de monitoramento
O episódio foi associado a uma corrente de vento solar de alta velocidade proveniente de um buraco coronal de polaridade negativa; não há, nas imagens disponíveis, ejeções de massa coronal claramente direcionadas à Terra para este evento.
Na quinta-feira anterior houve uma explosão solar classificada como M3.5, mas essa ocorrência não implica automaticamente que seja a causa direta da tempestade prevista. As previsões podem ser atualizadas conforme novos dados dos satélites chegam.
O que você acha? Você acha que seu celular ou GPS pode sofrer interferência neste fim de semana? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
A tempestade geomagnética prevista entre 6 e 8 de novembro pode derrubar celulares e internet no Brasil?
A tempestade geomagnética prevista entre 6 e 8 de novembro de 2026 não deve provocar queda generalizada de telefonia móvel ou internet no Brasil. A projeção da NOAA concentra-se em G1, com chance de G2, o que implica interferências pontuais em sinais de satélite e redução de precisão em sistemas GPS, mas não apagões nacionais.
O que provocou essa tempestade geomagnética de novembro?
A origem da tempestade geomagnética está ligada a uma corrente de vento solar de alta velocidade oriunda de um buraco coronal de polaridade negativa. Relatórios indicam ausência de ejeções de massa coronal direcionadas à Terra e registraram uma explosão solar M3.5 em 5 de novembro; entretanto, a interação entre vento solar e magnetosfera é o fator apontado para a perturbação.
Existe chance de ver auroras no Brasil durante esse evento?
A tempestade geomagnética com projeção de nível G1 tem baixa probabilidade de gerar auroras visíveis no Brasil. Em geral, auroras são observadas em latitudes altas; apenas em tempestades muito intensas (níveis G3 a G5) a faixa de visibilidade se desloca significativamente em direção ao equador, algo que a previsão atual não sustenta.
Beatriz Farias