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Xiaomi: memória subiu 5,5x e pode encarecer celulares

Resumo

A Xiaomi sinalizou que o preço das memórias para smartphones subiu cerca de 5,5 vezes nos últimos 12 meses, pressionando custos de produção e elevando preços ao consumidor. Módulos de 12 GB/256 GB estão próximos de 2.000 yuans, enquanto modelos como o REDMI K100 chegam a 3.499 yuans; o cenário pode reduzir opções e atrasar lançamentos.

Xiaomi: memória subiu 5,5x e pode encarecer celulares
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Xiaomi — a escalada no custo das memórias está forçando fabricantes a escolher entre reduzir margens ou subir preços, e o impacto pode chegar ao seu bolso em forma de aparelhos mais caros e menos novidades no mercado.

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A alta que aperta preços e margens

O aumento do custo das memórias altera a conta de fabricação: módulos com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento estão perto de 2.000 yuans (cerca de R$ 1.520), segundo a apuração sobre o setor.

Esse movimento já aparece nos preços ao varejo: o REDMI K100 foi lançado na China por 3.499 yuans (R$ 2.659) na versão com 12 GB/256 GB, enquanto opções com 12 GB/512 GB e 16 GB/512 GB custam, respectivamente, 4.099 yuans (R$ 3.115) e 4.499 yuans (R$ 3.419).

"O preço da memória subiu cerca de 5,5 vezes nos últimos 12 meses"

Reações da indústria e efeitos para o consumidor

Com a pressão de custos, algumas marcas já mudaram a estratégia: houve suspensão de desenvolvimento interno para o mercado chinês, concentração de lançamentos em mercados internacionais e corte de apresentações em certas regiões.

Se a tendência persistir, consumidores podem ver menos modelos disponíveis e intervalos maiores entre lançamentos, além de preços médios mais altos para celulares e tablets.

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Perguntas Frequentes

Por que a Xiaomi diz que a alta de memória de 5,5 vezes é tão crítica para celulares e tablets?

A Xiaomi aponta que a memória é um componente-chave na fabricação: o preço subiu cerca de 5,5 vezes nos últimos 12 meses, elevando o custo de módulos como o de 12 GB/256 GB, que está perto de 2.000 yuans. Esse salto limita a margem das fabricantes e pressiona ajustes nos preços finais e na linha de produtos.

Como o aumento já aparece nos preços de modelos concretos, por exemplo no REDMI K100?

O REDMI K100 ilustra o impacto: a versão com 12 GB/256 GB chegou ao mercado chinês por 3.499 yuans (R$ 2.659). Em paralelo, variantes com maior capacidade têm preços típicos de 4.099 yuans (12 GB/512 GB) e 4.499 yuans (16 GB/512 GB), evidenciando repasse parcial do custo de memória ao consumidor.

Que medidas fabricantes, incluindo a Xiaomi, e rivais vêm adotando diante dessa alta de custos?

A Xiaomi e outras empresas têm observado mudanças estratégicas: em fevereiro uma marca suspendeu desenvolvimento próprio na China e buscou parcerias, em julho outra concentrou lançamentos fora do país, e uma terceira manteve mercados selecionados enquanto interrompia apresentações em Europa e América do Norte, reduzindo ritmo de novos modelos.

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POR Gloria Maria
Gloria Maria

Entretenimento e cultura | Gloria Maria escreve sobre cultura, celebridades e os assuntos do momento, com textos leves e diretos e um olhar atento para a cena cultural paraibana.

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