Kia Sorento — o SUV 2017 de Arthur Rutaquio transformou a rotina profissional em um caso de resistência mecânica: são mais de 1,15 milhão de quilômetros rodados entre viagens diárias na região do sul da Califórnia, com o motor V6 original ainda em operação e intervenções pontuais em transmissão e componentes.
Por que o V6 resistiu a mais de 1,15 milhão de quilômetros
O Sorento em questão está equipado com o motor Lambda V6 3,3 litros, diferente do Theta II de quatro cilindros turbo que tem histórico de problemas em alguns exemplares da mesma geração. Essa escolha de motorização foi apontada como um diferencial na longevidade do conjunto.
Leapmotor B10: versão com gasolina chega por R$ 179.990
Leia a matéria completa →
Pix: comprovante falso — confirme no extrato antes de liberar
Leia a matéria completa →
Sílvia Cunha Lima terá nova eleição após cassação mantida pelo TRE-PB
Leia a matéria completa →
Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →A estratégia que sustentou a quilometragem não envolve técnicas exóticas, mas uma rotina rígida de manutenção preventiva: trocas de óleo a cada 16 mil quilômetros e o uso alternado de lubrificantes como Mobil 1, Castrol, Pennzoil e Redline.
O hodômetro chegou a registrar 711.116 milhas — cerca de 1.144.430 quilômetros — em uma foto divulgada por Rutaquio; essa imagem foi publicada semanas antes do relato e desde então o veículo rodou mais de 6.400 km.
Reparos feitos, peças trocadas e a meta de um milhão de milhas
A longa jornada exigiu reparos importantes: a transmissão original foi substituída quando o veículo somava aproximadamente 933 mil quilômetros. Além disso, o Sorento já passou por duas trocas de alternador, um motor de partida, bomba-d’água, corpo de borboleta e um conjunto de injetores.
A frequência de revisões segue intervalos definidos: suspensão dianteira recebe revisão completa a cada 322 mil a 402 mil quilômetros, a traseira é revista entre 161 mil e 241 mil quilômetros, e o sensor de pressão de óleo costuma ser trocado a cada 322 mil a 402 mil quilômetros.
O proprietário optou por não levar o carro a concessionária, confiando no serviço do mecânico Denny Nguyen, da A&P Auto Tech, em San Diego. A utilização intensa inclui viagens longas — como o trajeto entre San Diego e Orlando, ida e volta — que aceleraram a acumulação de quilômetros.
Com mais de 1,15 milhão de quilômetros já rodados, Rutaquio mira a marca de um milhão de milhas (aproximadamente 1,61 milhão de quilômetros). Para atingir esse objetivo, faltariam cerca de 459 mil quilômetros — uma distância considerável mesmo para quem dirige por muitas horas diariamente.
O caso evidencia que manutenção consistente e escolher uma motorização menos suscetível a falhas podem fazer diferença na durabilidade, desafiando a ideia de que apenas determinadas marcas alcançam quilometragens excepcionais.
O que você acha? Você já viu um carro com quilometragem tão elevada ou conhece alguém que mantém um veículo em atividade extrema? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
Quantos quilômetros o Kia Sorento de Arthur Rutaquio já rodou e como isso foi registrado?
O Kia Sorento de Arthur Rutaquio ultrapassou 1,15 milhão de quilômetros em uso diário entre San Diego e o Aeroporto de Los Angeles (LAX). Uma foto do hodômetro mostrou 711.116 milhas (≈1.144.430 km) semanas antes do relato, e o veículo acumulou mais de 6.400 km desde então.
Como o Kia Sorento manteve o motor V6 original funcionando por tanto tempo?
O Kia Sorento manteve o motor Lambda V6 3,3L com uma rotina de manutenção preventiva: trocas de óleo a cada 16 mil km usando marcas como Mobil 1, Castrol, Pennzoil e Redline, além de revisões periódicas feitas pelo mecânico Denny Nguyen, da A&P Auto Tech, em vez de serviços em concessionária.
Quanto falta para o Kia Sorento alcançar a meta de um milhão de milhas e o que já foi reparado?
O Kia Sorento tem meta de um milhão de milhas (~1,61 milhão km); faltam cerca de 459 mil quilômetros para essa marca. A transmissão original foi trocada aos ~933 mil km, e o carro já recebeu alternadores, motor de partida, bomba-d’água, corpo de borboleta e injetores.
Mariana Costa