Renault — o grupo recebeu apoio financeiro do BNDES para acelerar a criação de um sistema híbrido flex a ser aplicado em um modelo já produzido no Brasil, com a engenharia centralizada em São José dos Pinhais, no Paraná. A iniciativa promete mudar o ritmo da eletrificação e mexer na cadeia de fornecedores nacional.
Financiamento e arquitetura técnica que apontam para produção nacional
O BNDES liberou R$ 181,8 milhões para desenvolver o conjunto híbrido flex, que deve equipar uma versão eletrificada de um carro que a Renault já fabrica no país. O projeto faz parte do pacote de R$ 5,8 bilhões anunciado para 2025–2027.
Leapmotor B10: versão com gasolina chega por R$ 179.990
Leia a matéria completa →
Pix: comprovante falso — confirme no extrato antes de liberar
Leia a matéria completa →
Sílvia Cunha Lima terá nova eleição após cassação mantida pelo TRE-PB
Leia a matéria completa →
Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →A configuração divulgada prevê um sistema de 48 volts que aciona um motor elétrico no eixo traseiro, trabalhando junto ao motor 1.3 turbo flex. A arquitetura foi pensada para operar com gasolina ou etanol, mantendo o foco no mercado brasileiro.
O BNDES aprovou R$ 181,8 milhões para desenvolver uma tecnologia híbrida flex destinada a um veículo produzido no Brasil.
Impacto industrial e indefinição sobre o primeiro modelo a receber o sistema
A engenharia do projeto ficará concentrada na fábrica de São José dos Pinhais, onde a Renault espera preparar a aplicação da tecnologia em um carro nacional sem, porém, identificar qual modelo será o escolhido.
No complexo paranaense são produzidos atualmente Kardian, Boreal, Kwid, Oroch e Duster; entre eles, Kardian e Boreal são apontados como os mais compatíveis por usarem a base RGMP, preparada para híbridos e elétricos. A produção local também deve ampliar a participação de engenheiros no desenvolvimento e fortalecer fornecedores nacionais.
O que você acha? Você concorda que o híbrido flex é a aposta certa para o mercado brasileiro? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
Que valor o BNDES aprovou para o desenvolvimento do híbrido flex da Renault e qual o objetivo do recurso?
A Renault recebeu do BNDES um financiamento de R$ 181,8 milhões para desenvolver tecnologia híbrida flex com foco em um veículo produzido no Brasil. O recurso visa acelerar testes, mobilizar profissionais especializados e viabilizar a integração do sistema elétrico de 48 volts ao motor 1.3 turbo flex, dentro do ciclo de investimentos de R$ 5,8 bilhões.
Onde será desenvolvida a engenharia do híbrido flex da Renault e como isso afeta a cadeia local?
A engenharia do projeto será concentrada na unidade de São José dos Pinhais, no Paraná, o que tende a elevar a presença de profissionais de engenharia no país. A produção local pode também fortalecer a cadeia de fornecedores, embora a fabricante ainda não tenha detalhado quais componentes serão produzidos no Brasil.
Qual modelo nacional receberá o conjunto híbrido flex da Renault e quando o carro deve chegar ao mercado?
A previsão é que a Renault lance o veículo produzido no Brasil em 2027, mas o modelo que receberá o sistema híbrido flex ainda não foi confirmado. Entre os possíveis candidatos estão Kardian e Boreal, pela base RGMP, enquanto a Niagara terá híbrido, porém sua produção vem da Argentina e chega depois.
Mariana Costa