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Bebê de 23 dias: suspeitos são transferidos para presídios em João Pessoa

Resumo

Os pais suspeitos de matar um bebê de 23 dias em Patos foram transferidos para presídios de João Pessoa na sexta-feira (16). A criança foi encontrada morta na quarta (14) com 24 facadas e sepultada em Malta na quinta (15). O homem está na PB1 e a mulher na Penitenciária Júlia Maranhão; ambos estão em isolamento e respondem por homicídio qualificado e omissão.

Bebê de 23 dias: suspeitos são transferidos para presídios em João Pessoa
Foto: Divulgação
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Bebê de 23 dias — a transferência dos dois suspeitos para unidades de segurança máxima em João Pessoa marca um novo capítulo na investigação do crime que chocou o Sertão da Paraíba. A movimentação carcerária busca isolar os detidos enquanto a polícia confronta versões contraditórias e apura responsabilidades.

Transferência e situação nos presídios

Os dois suspeitos, pais da vítima e ambos com 19 anos, foram removidos de unidades em Patos para estabelecimentos em João Pessoa na sexta-feira (16). O homem foi encaminhado à Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes (PB1) e a mulher à Penitenciária Júlia Maranhão.

Antes da transferência, o homem estava no Presídio Masculino Romero Nóbrega e a mulher no Presídio Regional Feminino, ambos em Patos. Em João Pessoa, ambos permanecem em isolamento enquanto tramita a prisão preventiva.

A perícia constatou que o bebê de 23 dias sofreu 24 perfurações por faca; 13 ferimentos foram registrados na parte posterior do corpo e 11 na frente, incluindo uma facada que perfurou o coração.

Perícia, sepultamento e linhas de investigação

O corpo do recém-nascido foi localizado na quarta-feira (14); o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) encontrou a criança sem sinais vitais sobre uma cama. A perícia técnica registrou as 24 facadas e indicou que o bebê não morreu de imediato — houve agonia antes do óbito.

O sepultamento ocorreu na sexta-feira (15), em Malta, no Sertão. A polícia autuou o casal em flagrante por homicídio qualificado e omissão; a audiência de custódia foi realizada e as prisões converteram-se em preventivas enquanto as investigações avançam.

Confrontadas em depoimento, as versões do pai e da mãe são conflitantes e cada um atribuiu ao outro a autoria do crime. A investigação inclui o exame do celular apreendido — uma das alegações da mulher, de que teria gravado o ocorrido, não foi confirmada após perícia preliminar no aparelho — e a oitiva de vizinhos e pessoas que passaram pela rua no momento dos fatos.

Foto: Divulgação

Imagem: Reprodução/TV Sol

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Perguntas Frequentes

Onde e quando os suspeitos do caso do bebê de 23 dias foram transferidos?

Os suspeitos do caso do bebê de 23 dias foram transferidos para presídios em João Pessoa na sexta-feira (16). O homem foi levado à Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes (PB1) e a mulher à Penitenciária Júlia Maranhão; ambos estão em isolamento e com prisão preventiva determinada.

O que a perícia informou sobre as causas da morte do bebê de 23 dias?

A perícia no caso do bebê de 23 dias constatou 24 perfurações por faca, com 13 ferimentos na parte posterior do corpo e 11 na parte frontal; uma das facadas perfurou o coração. Os laudos indicam que a criança agonizou antes de morrer, segundo os exames realizados pelo Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol).

Como andam as investigações e que acusações foram registradas contra os pais do bebê de 23 dias?

As investigações sobre o bebê de 23 dias seguem para delimitar participação e eventual omissão; o pai e a mãe, ambos de 19 anos, foram autuados por homicídio qualificado e omissão. Testemunhas, vizinhos e perícias forenses, inclusive no celular apreendido, fazem parte do inquérito para esclarecer as versões conflitantes apresentadas.

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POR Marcos Antonio
Marcos Antonio

Colunista de esporte | Formado em Direito e apaixonado por futebol, Marcos Antonio assina a cobertura esportiva do Repórter Delmiro, do Campeonato Paraibano ao Brasileirão, com olhar analítico.

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