Everton Rychelyson da Silva Aires — a decisão do STJ que negou o habeas corpus reforça a continuidade da prisão preventiva do agente apontado como integrante do esquema de desvio de drogas investigado na Paraíba, elevando a tensão no processo que envolve delegado e outros agentes.
Relator do STJ aponta provas e risco de continuidade
O ministro relator Joel Paciornik rejeitou o pedido de liberdade ao considerar que as apurações da Operação Perfidus, deflagrada em 2 de junho, contêm elementos que sustentam a suspeita de atuação contínua do grupo.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Na decisão, o relator enfatizou o potencial de reiteração de condutas criminosas caso o acusado fosse posto em liberdade, mantendo assim a custódia como medida preventiva neste processo.
"O juiz registrou que 'a prisão temporária anteriormente imposta já teve seu prazo expirado e não mais subsiste' e que os investigados 'não se encontram presos por força desta ação penal nem possuem mandado ativo nestes autos'."
Processos paralelos, acusações e pedidos do Ministério Público
A investigação envolve Everton Aires, Eduardo Jorge Ferreira do Egito e o delegado Braz Marroni de Paiva Júnior, todos lotados na Delegacia de Crimes contra o Patrimônio e alvo de múltiplos processos. O Ministério Público da Paraíba ajuizou ação por improbidade administrativa e pediu afastamento e bloqueio de bens.
Segundo as denúncias e apurações do Gaeco e da Draco, o grupo teria desviado entorpecentes apreendidos entre 2024 e 2026, com pedidos iniciais do MP por perda de cargo, conversão de prisões em preventiva e indenização de R$ 1 milhão por danos morais coletivos.
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Foto: Divulgação
Imagem: TV Globo
Perguntas Frequentes
Por que o STJ negou o habeas corpus de Everton Rychelyson da Silva Aires?
O STJ negou o habeas corpus de Everton Rychelyson da Silva Aires porque o relator Joel Paciornik identificou elementos concretos na investigação da Operação Perfidus, realizada em 2 de junho, e concluiu haver risco de continuidade das atividades criminosas caso o agente fosse solto.
Quais são as acusações contra Everton Aires e os demais investigados?
Everton Rychelyson da Silva Aires e os demais respondem por desvios de drogas apurados entre 2024 e 2026, com denúncias que incluem furto qualificado, abuso de autoridade, falsificação de documento público e fraude processual, segundo as ações movidas pelo Ministério Público da Paraíba.
O que o Ministério Público da Paraíba pediu nas ações relacionadas ao caso?
O Ministério Público da Paraíba solicitou, em caráter liminar, o afastamento imediato dos servidores, o bloqueio de bens para assegurar ressarcimento e, na primeira denúncia, pediu a perda dos cargos e o pagamento de R$ 1 milhão por danos morais coletivos.
Mariana Costa