Citroën — A marca anuncia uma mudança técnica que promete reduzir esforço do motor nas saídas e melhorar a eficiência dos compactos: os modelos C3, Basalt e Aircross receberão um sistema híbrido leve de 12 volts, sem abrir mão do motor 1.0 turbo e do câmbio CVT já conhecidos do público.
Como funciona o sistema híbrido leve
O sistema adotado integra uma bateria de lítio de 0,132 kWh instalada sob o banco do motorista e um gerador elétrico no lugar do alternador. Esse conjunto entrega cerca de 4 cavalos e 1 kgfm ao motorista quando necessário, reduzindo o esforço nas arrancadas e nas exigências de aceleração.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →A recuperação de energia nas desacelerações recarrega diretamente a bateria de 12V, enquanto o Start&Stop segue integrado e indicadores de uso e recuperação de energia informam ao condutor a operação do sistema. A solução faz parte do programa BioHybrid do grupo Stellantis.
C3, Basalt e Aircross terão sob o banco uma bateria de lítio de 0,132 kWh e um gerador elétrico que substitui o alternador, oferecendo cerca de 4 cv e 1 kgfm ao conjunto.
O que muda para desempenho, consumo e benefícios
Os compactos continuarão equipados com o motor GSE 1.0 Turbo de 115 cavalos e 20,4 kgfm de torque, além do câmbio CVT que simula sete marchas, mas passam a contar com o apoio elétrico para reduzir consumo de gasolina e etanol nas condições mais críticas do uso urbano. A promessa é de respostas mais suaves nas saídas e menor esforço do motor.
Além da economia de combustível, a hibridização leve traz vantagens tributárias em algumas regiões: na cidade de São Paulo, versões equipadas com esse sistema ficam com desconto de 50% no IPVA e são isentas do rodízio municipal. A adoção da tecnologia já foi aplicada em outros modelos do grupo, como Fiat Pulse, Fastback, Peugeot 208 e 2008, e é item de série no Jeep Avenger.
A novidade entra na linha 2028 no próximo ano, quando C3, Basalt e Aircross passam oficialmente a oferecer o sistema híbrido leve como parte da oferta de motorização da marca. O conjunto chega como uma atualização técnica com impacto direto no consumo, tributos e na experiência de condução.
O que você acha? Você acredita que essa hibridização leve fará diferença no uso diário dos compactos da Citroën? Para acompanhar mais análises e novidades do setor, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
Como funciona o sistema híbrido leve que a Citroën vai usar no C3, Basalt e Aircross?
O sistema híbrido leve da Citroën usa uma bateria de lítio de 0,132 kWh instalada sob o banco do motorista e um gerador elétrico que substitui o alternador. Na prática, o gerador fornece cerca de 4 cavalos e 1 kgfm ao conjunto, recupera energia em desacelerações e auxilia o motor nas saídas, reduzindo consumo.
O que muda no desempenho e no consumo dos modelos C3, Basalt e Aircross com o híbrido leve?
Os modelos C3, Basalt e Aircross da Citroën mantêm o motor GSE 1.0 Turbo de 115 cv e 20,4 kgfm e o câmbio CVT simulado em sete marchas, mas recebem suporte elétrico de 4 cv e 1 kgfm. Esse aporte reduz esforço nas arrancadas e ao acelerar forte, resultando em menor consumo de gasolina e etanol em uso urbano.
Quando a Citroën vai lançar o híbrido leve nos seus modelos e que vantagens fiscais ele traz?
A Citroën programou a entrada da hibridização leve na linha 2028 no próximo ano, aplicando o sistema em C3, Basalt e Aircross. Em São Paulo, versões com esse sistema são elegíveis a desconto de 50% no IPVA e isenção do rodízio municipal, além de redução de tributos em alguns estados que tratam MHEV como híbridos.
Guilherme Emanuel