Condomínio na praia Costa do Sol — o empreendimento teve a obra embargada após recomendação do Ministério Público Federal, uma medida que freia o avanço das construções e aciona revisão técnica e jurídica do processo de licenciamento. A decisão pode alterar prazos e processos administrativos ligados ao projeto na orla de João Pessoa.
Licenças suspensas e alcance das restrições
O Ministério Público Federal pediu a suspensão das licenças ambientais expedidas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente nos anos de 2015, 2020, 2022 e 2025. A recomendação abrange também a paralisação de atividades construtivas no leito do Rio Aratu.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Além do leito do rio, a orientação inclui áreas de preservação permanente (APPs) relacionadas à foz, à falésia e à restinga, o que pode impedir obras em trechos sensíveis da faixa litorânea.
Análises do projeto indicaram possível sobreposição de construções com áreas protegidas, incluindo a foz do Rio Aratu.
Consequências administrativas e ambientais
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente acatou a recomendação e suspendeu cautelarmente os efeitos da licença, além de instaurar procedimento administrativo para revisar o licenciamento ambiental. A medida abre caminho para reavaliação técnica e jurídica de todo o processo.
Do ponto de vista ambiental, a paralisação visa preservar trechos de restinga, falésia e a própria foz do Rio Aratu, áreas reconhecidas por sua função de proteção costeira e biodiversidade.
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Foto: Divulgação
Imagem: Divulgação/Semam-JP
Perguntas Frequentes
Por que o condomínio na praia Costa do Sol foi embargado pelo MPF?
O condomínio na praia Costa do Sol foi embargado pelo Ministério Público Federal porque análises apontaram possível sobreposição de construções com áreas protegidas; a recomendação cita especificamente a foz do Rio Aratu e pede suspensão de licenças de 2015, 2020, 2022 e 2025 para revisão técnica e jurídica.
Quais trechos devem ser paralisados em João Pessoa por causa do embargo?
Os trechos que devem ser paralisados em João Pessoa incluem obras no leito do Rio Aratu e em áreas de preservação permanente (APP) de foz, falésia e restinga; a recomendação do MPF estabelece a interrupção imediata dessas atividades até a conclusão da reavaliação do licenciamento.
O que a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de João Pessoa decidiu sobre as licenças?
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de João Pessoa acatou a recomendação do MPF e suspendeu cautelarmente os efeitos das licenças relacionadas ao empreendimento, além de instaurar procedimento administrativo para revisar integralmente o licenciamento ambiental e suas bases técnicas e jurídicas.
Beatriz Farias